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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Conheça mais Cora Coralina

Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, imortalizada por seu pseudônimo, Cora Coralina (Vila Boa de Goiás, 20 de Agosto de 1889 - Goiânia, 10 de Abril de 1985), poetisa brasileira.


Mulher simples, doceira de profissão, tendo vivido longe dos grandes centros urbanos, alheia a modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás.


Filha do Desembargador Francisco de Paula Lins dos Guimarães Peixoto e de Jacinta Luiza do Couto Brandão, Ana nasceu e foi criada na famosa casa às margens do Rio Vermelho, comprada por sua família no século XIX, quando seu avô ainda era uma criança. Estima-se que essa casa fora construída em meados do século XVIII, sendo uma das primeiras construções da antiga Vila Boa de Goiás.


Começou a escrever os seus primeiros textos aos 14 anos de idade, apesar da pouca escolaridade, uma vez que cursou somente as primeiras etapas da alfabetização, com Mestra Silvina. Publicou nessa fase o seu primeiro conto, Tragédia na Roça.


Casando-se em 1934 com o advogado Cantídio Tolentino Bretas, mudou-se para o interior de São Paulo. Em Jaboticabal, nasceram seus seis filhos e ali também foram criados. Retornou para Goiás somente em 1956, quando já estava viúva há muitos anos. A partir daí, a poetisa consumou seu destino literário, e começou a produzir cada vez mais poemas ligados à sua história com a cidade em que nascera e aos acontecimentos de sua infância naquele ambiente mítico em que fora criada.


Foi ao ter sua poesia conhecida por Carlos Drummond de Andrade que Ana, já conhecida pelo pseudônimo de Cora Coralina, passou a ser admirada por todo o Brasil.


Seu primeiro livro, Poemas dos Becos de Goiás, foi publicado em 1965, quando a poetisa já contabilizava 75 anos. Reúne os poemas que consagraram o estilo da autora e a transformaram em uma das maiores poetisas de Língua Portuguesa do século XX.


Fonte: http://www.frasesfamosas.com.br/biografia/cora-coralina.html

Morre Millôr Fernandes

SÃO PAULO - O escritor Millôr Fernandes morreu na noite deste terça-feira, 27, por volta das 21h, em sua residência no Rio, por falência múltipla de órgãos. O corpo será velado a partir das 10h de quinta-feira, 29, no Cemitério Memorial do Carmo, no Bairro do Caju, no Rio. Segundo a assessoria do cemitério, o corpo será cremado às 15h, desta quinta, no Crematório da Santa Casa. Millôr tinha 88 anos.


Escritou foi um dos fundadores do jornal O Pasquim - Marcos de Paula/ AE
Marcos de Paula/ AE
Escritou foi um dos fundadores do jornal O Pasquim

O escritor chegou a ser internado por cinco meses no ano passado, na Casa de Saúde São José, também no Rio de Janeiro.

Millôr Fernandes nasceu no Rio de Janeiro, no bairro do Meyer, em 16 de agosto de 1923, sendo oficialmente registrado em 27 de maio de 1924. Aos 14 anos iniciou a carreira no jornalismo como contínuo da revista O Cruzeiro. Millôr foi um dos fundadores do jornal O Pasquim e um dos representantes da imprensa nanica, que levou o humor às publicações alternativas na época da forte censura do Regime Militar.

Autor, Millôr destacou-se também como dramaturgo e poeta, além de desenhista, com trabalhos de humor e crítica.


Colaborador do Estado, manteve a coluna Estado de Graça no Caderno 2 de junho de 1999 a julho de 2000. Em seu primeir texto escreveu “…eis-me aqui, ainda um pouco sem jeito, no Estadão (antiga macro do Estado de S. Paulo), a única organização que começou na imprensa antes de mim. Tenho que tomar muito cuidado para não mudar sua linha editorial. E me cuidar pra não cair num ato de temor e reverência. Seja como for, a responsabilidade é enorme. Do alto destas colunas quarenta Mesquitas me contemplam.”

Tinha um site pessoal, atualizado por uma equipe nos últimos anos, e sua conta na rede de microblogs Twitter tinha mais de 300 mil seguidores.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Conheça Joel Costadelli

Clique na foto do escritor Joel Costadelli, e conheça seu trabalho no site Recanto das letras.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Selene Antunes

Selene Antunes
Nasci e me criei no interior onde estudei até me formar no ginásio. Em seguida migrei para o Rio de Janeiro em 1965, cheguei a fazer vestibular para DIREITO, mas terminei por interromper para me casar. Hoje me considero AUTODIDATA sou um grãozinho de areia em meio aos gigantes da LITERATURA bem sei. Minha paixão pela poesia começou aos 15 anos quando só existia RÁDIO e minha mãe proibia que eu ouvisse, estão eu esperava ela dormir e ligava o RÁDIO baixinho para ouvir O PROGRAMA DE J. G. ARAÚJO JORGE e me apaixonei, daí comecei a escrever meus primeiros versos, toda vez que ela encontrava uma poesia minha escondida ela queimava. Hoje escrevo poesias poemas desenho faço esculturas com argila e pinto além de escrever histórias infantis, espero um dia poder publicar minhas poesias e minhas historias levando uma mensagem proveitosa para as crianças que tanto amo.

“Descobri que é muito difícil viver sem sonhos e sempre que alguém me dizia você está sonhando demais eu retrucava dizendo sem sonhos e sem esperanças não construímos nada e nem chegamos a lugar nenhum, precisamos lutar e desejar realizar nossos propósitos para que a nossa vida tenha valido a pena e tudo mais que vier seja por acréscimo. Escrever me realiza e deixa feliz embora eu seja apenas uma debutante na terceira idade, com quatro filhos e oito netos adoro colocar no papel minhas emoções e vivencias sejam reais ou não e também buscar no passado as coisas boas que me fizerem feliz mesmo que tenha sido por um pequeno espaço de tempo. COMO DISSE CLARISSE LISPECTOR: NÃO TENHO TEMPO PARA MAIS NADA... SER FELIZ ME CONSOME MUITO. Afinal as oportunidades que não tive quando jovem... AGORA POSSO TUDO, JÁ PLANTEI UMA ÁRVORE, TIVE QUATRO FILHOS E JÁ ESCREVI UM LIVRO infantil é claro mais já valeu a pena”.
Selene Antunes

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Vilma Belfort


Nascida no Rio de Janeiro, na primavera das flores de setembro, filha do pernambucano Chateaubriand Pires de Mattos Belfort e da carioca Aurora da Cruz Belfort.

Desde pequena, ouvia sua mãe dizer, que seu pai não lhe dera todo o seu sobrenome, pois, seu desejo era de ter uma filha escritora. Considerava em sua idéia, que com um nome pequeno, facilitaria a assinatura do mesmo, e, com mais certeza ainda, fixaria a sua lembrança na memória de seus leitores.

Em sua adolescência, no colégio, sempre recebia elogios de sua professora de Português. Suas notas de Redação eram as melhores da classe. Apesar do apelo, da insistência, incentivo de seu pai, satisfeito com suas notas, parecendo confirmar seu vaticínio de escritora, Vilma não percebia o aceno das letras em sua vida. O tempo foi passando, e, somente agora, Vilma começa a dar forma e torna real o sonho de seu pai. Demonstra ainda, que, crepuscularmente, tudo que ficou acumulado durante parte de sua vida, ressurge na sua maturescência, culminando com muita força, empenhada em recuperar o tempo perdido, agora não mais pela imposição de seu pai, mas pelo seu próprio sentimento. Inicia, a publicação de seus textos aos 15 de março de 2007, no seu site do Recanto das Letras com 378 textos inéditos. Tem como uma de suas fontes de inspiração, em alguns de seus textos, o quotidiano dos nordestinos evidenciado pela origem de seu pai, nascido em Floresta dos Navios, coração, âmago de Pernambuco.

Advogada militante, com três especializações. Com um livro publicado pela Editora Tmaisoito do Rio de Janeiro, "Fique Comigo", lançado em 8 de abril de 2008. Participou de várias Antologias dentre elas,

Antologia de Escritores Brasileiros, 7ª Edição, pela Editora RB,

Antologia "Emoções em Família - Editora Oficina do Livro,

Antologia Nós, mulheres Vol. 6 também pela Editora Oficina do Livro,

Antologia de Escritores Brasileiros e Autores em Língua Portuguesa - Editora RB,

Antologia O Talento em Prosa e Verso da REBRA Editora Scortecci,

Antologia Novos Poetas e Novos Talentos - Editora Mar de Idéias,

Antologia Elo da Palavra da Editora Scortecci,

Antologia Nós, mulheres Vol. 7 também pela Editora Oficina do Livro

NOUS, LES FEMMES - Edição Francesa.

No momento em projeto de participação das Antologias Nós, mulheres Vol. 8 e o seu segundo livro solo a ser lançado até o final do ano, KARDIA: Poemas de Paixão pela Editora Livre Expressão do Rio de Janeiro. É membro efetivo da APOLO - Academia de Artes e Letras da Cidade de Poções, Bahia - conhecida como a cidade das flores e dos poetas e pertence à UBE - União Brasileira de Escritores.



BIBLIOGRAFIA

"FIQUE COMIGO" EDITORA TMAISOITO

"ANTOLOGIA NÓS, MULHERES", VOL. 6 EDITORA OFICINA DO LIVRO

"ANTOLOGIA DE ESCRITORES BRASILEIROS" EDITORA RB

"ANTOLOGIA EMOÇÕES EM FAMÍLIA" EDITORA OFICINA DO LIVRO

"ANTOLOGIA ESCRITORES BRASILEIROS E AUTORES EM LÍNGUA PORTUGUESA" EDITORA RB

"ANTOLOGIA O TALENTO FEMININO EM PROSA E VERSO" EDITORA SCORTECCI

"ANTOLOGIA ELO DA PALAVRA" EDITORA SCORTECCI

"NOUS, LES FEMMES DU BRÉSIL" EDITORA YVELINEDITION

"ANTOLOGIA DE NOVOS POETAS, NOVOS TALENTOS" EDITORA MAR DE IDÉIAS

Pertence à REBRA - REDE DE ESCRITORAS BRASILEIRAS

Pertence ao movimento chileno POETAS DEL MUNDO

Pertence ao A.G.U.I.A. - AMIGOS UNIDOS INCENTIVANDO AS ARTES

Filiada à SOCIEDADE MUNDIAL DOS POETAS

Pertence à União Brasileira dos Escritores - UBE



Visite o site da autora:http://www.vilmabelfort.com

sábado, 8 de maio de 2010

Maria Clara Machado

Ainda criança teve os primeiros contatos com a arte, entretendo as visitas de seu pai, o escritor Aníbal Machado. Ela chegou a “contracenar” com Tônia Carrero no meio dessas brincadeiras.

Em 1949 concorreu a uma bolsa de estudos do governo francês para jovens intelectuais e acabou indo para Paris, onde teve contato definitivo com o teatro e a dança, se tornando aluna do mímico Decroux, do diretor Jean-Louis Barrault e de Rudolf Laban.

Um ano depois ela voltou ao Brasil e foi trabalhar como enfermeira no Patronato da Gávea. Por ter muito jeito com crianças, acabou tentando montar um teatro amador com as pessoas da comunidade, mas como a grande maioria era de operários que precisavam acordar muito cedo para trabalhar, ela tentou descobrir outra forma de realizar seu intento.

Como Maria Clara não queria desistir dessa idéia, acabou por montar, em 1951, um grupo amador que apresentasse peças para a comunidade sem necessariamente contar com os moradores locais. Surgiu, então, o Teatro Tablado.












Alguns de seus sucessos:
Pluft, o fantasminha
A Menina e o Vento
O Chapeuzinho Vermelho
O Rapto das Cebolinhas
A Gata Borralheira
A Coruja Sofia
Um Tango Argentino
O Patinho Feio
A Bruxinha que Era Boa
Maria Minhoca
O Boi e o Burro no Caminho de Belém

entre muitas outras...